ANTONIO BANDEIRA (Fortaleza, 26 de maio de 1922 Paris,
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ANTONIO BANDEIRA (Fortaleza, 26 de maio de 1922 Paris, 6 de outubro de 1967) - "Abstrato" - Técnica Mista - 1963. Med. total: 49 X 42 cm; e Med. obra: 28 X 21 cm. UM POUCO MAIS SOBRE: Antonio Bandeira (Fortaleza CE 1922 - Paris, França 1967). Pintor, desenhista,gravador. Inicia-se na pintura como autodidata. Em 1941, em Fortaleza, participa, ao lado de Mário Baratta (1915-1983), entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que dá origem, em 1943, à Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Em 1945, transfere-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realiza sua primeira exposição individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/RJ. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permanece em Paris de 1946 a 1950. Freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts Escola Nacional Superior de Belas Artes e a Académie de la Grande Chaumière, mas, em busca de uma arte não acadêmica, deixa essas instituições. Entre 1947 e 1948 participa de dois importantes eventos: o Salon d'Automne e o Salon d'Art Libre. Em Saint-Germain-des-Près toma parte em reuniões de artistas como Camille Bryen (1907 - 1977) e Bernard Quentin. Com Bryen e Wols (1913-1951), de quem se torna amigo, forma o Grupo Banbryols (ban de Bandeira; bry de Bryen; e ols de Wols), que dura de 1949 a 1951. De volta ao Brasil, em 1951, instala-se no ateliê do amigo escultor José Pedrosa (1915-2002), onde também trabalha o pintor Milton Dacosta (1915-1988) e apresenta-se na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1952, cria um mural para o Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/SP, em São Paulo. Retorna a Paris em 1954 em razão do Prêmio Fiat, obtido na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, mas não deixa de expor no Brasil. Permanece na Europa até 1959, passando pela Inglaterra e Bélgica, onde, em 1958, realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts. Ao retornar ao Brasil tem uma atividade artística intensa, participa de importantes exposições, em paralelo a mostras em Paris, Munique, Verona, Londres e Nova York. Em 1961, edita um álbum de poemas e litogravuras de sua autoria, e, no mesmo ano, João Siqueira realiza um curta-metragem sobre a obra do pintor. Volta a Paris em 1965, onde permanece até sua morte. Bandeira começa a pintar em Fortaleza, nos primeiros anos da década de 1940. Nesse período, a cidade vive uma intensa movimentação artística. Bandeira cria, em 1941, com artistas como Mário Baratta (1915 - 1983), Raimundo Cela (1890 - 1954) e Aldemir Martins (1922), o Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que pretendia mobilizar a cultura visual cearense. A instituição monta um espaço para exposições permanentes, realiza Salões anuais e tenta manter cursos de arte. Nesse ano, Bandeira expõe pela primeira vez, no 1º Salão Cearense de Pintura, promovido pelo CCBA. Em 1943 o pintor ganha o primeiro prêmio no 3º Salão Cearense de Pintura, com a tela Cena de Botequim, 1943. A pintura Antonio Bandeira nesse momento tenta figurar cenas da vida suburbana de Fortaleza sem cair nos clichês do retrato de pescadores e jangadeiros. Em seus quadros são privilegiadas as populações marginais da cidade. Ele pinta cenas com personagens da boêmia, em Paisagem Noturna, 1944,e na penúria financeira, em Desempregados, 1944. Trata dos temas com pinceladas enérgicas e um desenho forte, inspirados na vitalidade de Vincent van Gogh (1853 - 1890). Procura dar a essas cenas uma textura vibrante que revele dramaticidade. Em 1945, o artista, comInimá de Paula (1918 - 1999), Raimundo Feitosa e Aldemir Martins, se muda para o Rio de Janeiro, encorajado por Jean-Pierre Chabloz (1910 - 1984), que articulava uma exposição destes artistas cearenses na Galeria Askanasy. Seu trabalho é bem recebido e Bandeira ganha uma bolsa da Embaixada Francesa para estudar em Paris, seguindo para lá em abril de 1946. Estuda pintura, desenho e gravura na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts Escola Nacional Superior de Belas Artes e na Académie de La Grande Chaumière. O contato com as obras das vanguardas históricas aproxima seu trabalho do cubismo e do fauvismo. Em telas como Mulher Sentada Lendo, 1948,e Cara, ca.1948,as formas geometrizadas mostram influência de Pablo Picasso (1881 - 1973), mas esses planos recortados têm cores fortes e contrastantes, ao modo fauve. No entanto, sua obra já toma outras direções. A convivência do artista, desde o fim dos anos 1940, com o alemão Wols (1913 - 1951) e Camille Bryen (1907 - 1977) colabora para a guinada de seu trabalho para uma pintura mais gestual, abstrata e aberta a sugestões ligadas ao automatismo surrealista. Apesar de preservar a figura, aqui ela aparece de maneira sugerida, marcada pela interação de elementos livres como manchas e marcas de pincel. Em 1948, Bandeira participa da mostra La Rose des Vents, na Galérie des Deux Ilés, que marca sua adesão ao abstracionismo informal. Seus trabalhos em guache e nanquim adquirem progressivamente esta feição. As linhas parecem perder a continuidade, não contornam figuras e, soltas por todo o trabalho, sugerem formas de objetos. Na pintura essa mudança aparece a partir de 1949, em trabalhos como Paysage Lointain, em que o artista incorpora as manchas, riscos e as formas coloridas sem submetê-los a um desenho prévio. Bandeira volta ao Brasil em 1951. Monta ateliê no Rio de Janeiro com José Pedrosa (1915 - 2002) e Milton Dacosta (1915 - 1988), e, em abril, apresenta sua primeira grande exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. O artista Waldemar Cordeiro (1925 - 1973) escreve sobre as suas pinturas abstratas e as compara à produção concreta que ganhava vulto no país. Em Fortaleza, em 1952, Bandeira inicia uma nova fase de sua pintura. Radicaliza a abstração informal e passa a incorporar os gotejamentos e respingos da tinta. Busca uma tela em que o primeiro e o segundo plano se mostrem indistintos, não como um emaranhado de cores caótico, mas num jogo livre de linhas harmonizado por formas coloridas. Em trabalhos de 1954, como Luares Sobre a Cidade Negra e Árvores, Bandeira se vale de formas geométricas para buscar um equilíbrio do entrecruzar de linhas e pinceladas livres. Ao receber prêmio na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, o artista volta a Paris. Nesta nova estada no exterior, expõe em Londres, Nova York e realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts de Bruxelas, em 1958. Bandeira permanece na França até 1959, quando retorna para uma temporada bem sucedida de exposições no Brasil, entre elas a grande individual no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA em 1960 e a 5ª e a 6ª Bienal Internacional de São Paulo. Seus quadros são cada vez mais gestuais, no entanto não se pode dizer que eles se tornem abstratos em sentido estrito. Sua pintura segue com procedimentos da abstração gestual. No entanto, com base nesses procedimentos, o artista procura figuras que surgem entre estes traços e pinceladas. Diferente da pintura realista, o primeiro objetivo não é figurar. O artista encontra as figuras, na relação livre entre os elementos de seu trabalho, que de maneira aberta sugerem imagens de flores ou paisagens. Ainda no Brasil, em 1962, Bandeira começa a incorporar materiais pouco usuais em suas telas, distribuindo miçangas na superfície pintada. Mais tarde, de volta a Paris, o artista usa barbantes e isopor. Aparentemente, sua produção, por volta de 1966, diminui. Mas o artista segue pintando até dias próximos de sua morte, em 1967, em Paris. (Enciclopédia Itaú Cultural).

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ANTONIO BANDEIRA (Fortaleza, 26 de maio de 1922 Paris, 6 de outubro de 1967) - "Abstrato" - Técnica Mista - 1963. Med. total: 49 X 42 cm; e Med. obra: 28 X 21 cm. UM POUCO MAIS SOBRE: Antonio Bandeira (Fortaleza CE 1922 - Paris, França 1967). Pintor, desenhista,gravador. Inicia-se na pintura como autodidata. Em 1941, em Fortaleza, participa, ao lado de Mário Baratta (1915-1983), entre outros, da criação do Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que dá origem, em 1943, à Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Em 1945, transfere-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, realiza sua primeira exposição individual, no Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/RJ. Contemplado pelo governo francês com bolsa de estudos, permanece em Paris de 1946 a 1950. Freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts Escola Nacional Superior de Belas Artes e a Académie de la Grande Chaumière, mas, em busca de uma arte não acadêmica, deixa essas instituições. Entre 1947 e 1948 participa de dois importantes eventos: o Salon d'Automne e o Salon d'Art Libre. Em Saint-Germain-des-Près toma parte em reuniões de artistas como Camille Bryen (1907 - 1977) e Bernard Quentin. Com Bryen e Wols (1913-1951), de quem se torna amigo, forma o Grupo Banbryols (ban de Bandeira; bry de Bryen; e ols de Wols), que dura de 1949 a 1951. De volta ao Brasil, em 1951, instala-se no ateliê do amigo escultor José Pedrosa (1915-2002), onde também trabalha o pintor Milton Dacosta (1915-1988) e apresenta-se na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1952, cria um mural para o Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB/SP, em São Paulo. Retorna a Paris em 1954 em razão do Prêmio Fiat, obtido na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, mas não deixa de expor no Brasil. Permanece na Europa até 1959, passando pela Inglaterra e Bélgica, onde, em 1958, realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts. Ao retornar ao Brasil tem uma atividade artística intensa, participa de importantes exposições, em paralelo a mostras em Paris, Munique, Verona, Londres e Nova York. Em 1961, edita um álbum de poemas e litogravuras de sua autoria, e, no mesmo ano, João Siqueira realiza um curta-metragem sobre a obra do pintor. Volta a Paris em 1965, onde permanece até sua morte. Bandeira começa a pintar em Fortaleza, nos primeiros anos da década de 1940. Nesse período, a cidade vive uma intensa movimentação artística. Bandeira cria, em 1941, com artistas como Mário Baratta (1915 - 1983), Raimundo Cela (1890 - 1954) e Aldemir Martins (1922), o Centro Cultural de Belas Artes - CCBA, que pretendia mobilizar a cultura visual cearense. A instituição monta um espaço para exposições permanentes, realiza Salões anuais e tenta manter cursos de arte. Nesse ano, Bandeira expõe pela primeira vez, no 1º Salão Cearense de Pintura, promovido pelo CCBA. Em 1943 o pintor ganha o primeiro prêmio no 3º Salão Cearense de Pintura, com a tela Cena de Botequim, 1943. A pintura Antonio Bandeira nesse momento tenta figurar cenas da vida suburbana de Fortaleza sem cair nos clichês do retrato de pescadores e jangadeiros. Em seus quadros são privilegiadas as populações marginais da cidade. Ele pinta cenas com personagens da boêmia, em Paisagem Noturna, 1944,e na penúria financeira, em Desempregados, 1944. Trata dos temas com pinceladas enérgicas e um desenho forte, inspirados na vitalidade de Vincent van Gogh (1853 - 1890). Procura dar a essas cenas uma textura vibrante que revele dramaticidade. Em 1945, o artista, comInimá de Paula (1918 - 1999), Raimundo Feitosa e Aldemir Martins, se muda para o Rio de Janeiro, encorajado por Jean-Pierre Chabloz (1910 - 1984), que articulava uma exposição destes artistas cearenses na Galeria Askanasy. Seu trabalho é bem recebido e Bandeira ganha uma bolsa da Embaixada Francesa para estudar em Paris, seguindo para lá em abril de 1946. Estuda pintura, desenho e gravura na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts Escola Nacional Superior de Belas Artes e na Académie de La Grande Chaumière. O contato com as obras das vanguardas históricas aproxima seu trabalho do cubismo e do fauvismo. Em telas como Mulher Sentada Lendo, 1948,e Cara, ca.1948,as formas geometrizadas mostram influência de Pablo Picasso (1881 - 1973), mas esses planos recortados têm cores fortes e contrastantes, ao modo fauve. No entanto, sua obra já toma outras direções. A convivência do artista, desde o fim dos anos 1940, com o alemão Wols (1913 - 1951) e Camille Bryen (1907 - 1977) colabora para a guinada de seu trabalho para uma pintura mais gestual, abstrata e aberta a sugestões ligadas ao automatismo surrealista. Apesar de preservar a figura, aqui ela aparece de maneira sugerida, marcada pela interação de elementos livres como manchas e marcas de pincel. Em 1948, Bandeira participa da mostra La Rose des Vents, na Galérie des Deux Ilés, que marca sua adesão ao abstracionismo informal. Seus trabalhos em guache e nanquim adquirem progressivamente esta feição. As linhas parecem perder a continuidade, não contornam figuras e, soltas por todo o trabalho, sugerem formas de objetos. Na pintura essa mudança aparece a partir de 1949, em trabalhos como Paysage Lointain, em que o artista incorpora as manchas, riscos e as formas coloridas sem submetê-los a um desenho prévio. Bandeira volta ao Brasil em 1951. Monta ateliê no Rio de Janeiro com José Pedrosa (1915 - 2002) e Milton Dacosta (1915 - 1988), e, em abril, apresenta sua primeira grande exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. O artista Waldemar Cordeiro (1925 - 1973) escreve sobre as suas pinturas abstratas e as compara à produção concreta que ganhava vulto no país. Em Fortaleza, em 1952, Bandeira inicia uma nova fase de sua pintura. Radicaliza a abstração informal e passa a incorporar os gotejamentos e respingos da tinta. Busca uma tela em que o primeiro e o segundo plano se mostrem indistintos, não como um emaranhado de cores caótico, mas num jogo livre de linhas harmonizado por formas coloridas. Em trabalhos de 1954, como Luares Sobre a Cidade Negra e Árvores, Bandeira se vale de formas geométricas para buscar um equilíbrio do entrecruzar de linhas e pinceladas livres. Ao receber prêmio na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, o artista volta a Paris. Nesta nova estada no exterior, expõe em Londres, Nova York e realiza um painel para o Palais des Beaux-Arts de Bruxelas, em 1958. Bandeira permanece na França até 1959, quando retorna para uma temporada bem sucedida de exposições no Brasil, entre elas a grande individual no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA em 1960 e a 5ª e a 6ª Bienal Internacional de São Paulo. Seus quadros são cada vez mais gestuais, no entanto não se pode dizer que eles se tornem abstratos em sentido estrito. Sua pintura segue com procedimentos da abstração gestual. No entanto, com base nesses procedimentos, o artista procura figuras que surgem entre estes traços e pinceladas. Diferente da pintura realista, o primeiro objetivo não é figurar. O artista encontra as figuras, na relação livre entre os elementos de seu trabalho, que de maneira aberta sugerem imagens de flores ou paisagens. Ainda no Brasil, em 1962, Bandeira começa a incorporar materiais pouco usuais em suas telas, distribuindo miçangas na superfície pintada. Mais tarde, de volta a Paris, o artista usa barbantes e isopor. Aparentemente, sua produção, por volta de 1966, diminui. Mas o artista segue pintando até dias próximos de sua morte, em 1967, em Paris. (Enciclopédia Itaú Cultural).

Informações

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    • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    TERMOS E CONDIÇÕES DO LEILÃO- A participação no Leilão consiste na compreensão e aprovação das atuais condições de venda.

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO foram cuidadosamente espertizadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na espertizagem de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado e firmado em cartório, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não serão mais admitidas quaisquer reclamações, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As obras estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. A Leiloeira não é proprietária dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e autenticidade das peças.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrições de estado ou vícios decorrentes do uso serão descritas dentro do possível, mas sem obrigação, pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado. No caso de avaria ou extravio de peças durante a exposição, ou após o leilão, a leiloeira, bem como a organizadora do leilão, se reservam o direito de retirar o lote do pregão e, no caso de já ter havido o pagamento da peça, a desfazer a venda e ressarcir a importância paga ao comprador.

    6ª. Os pregões seguem e obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Os lances prévios ou por telefone ou autorizar a lançar em seu nome, deverão ser solicitados, por email, antes do leilão.

    8ª. A leiloeira colocará de forma gratuita e confidencial o serviço de arrematação pelo telefone, sem que isto a obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    9ª. A Leiloeira se reserva o direito de não aceitar lances de arrematantes com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob quaisquer alegações.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença da Leiloeira; o que não cria novação.

    12ª. LANCES PELA INTERNET QUANDO HOUVER - O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá.

    13ª. Em caso de litígio prevalece a palavra da Leiloeira.

    14ª. As peças arrematadas deverão ser pagas IMPRETERIVELMENTE em até 72 horas após o término do pregão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, a Leiloeira poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores. RETIRADA E ENVIO DAS PEÇAS PEQUENASEM NOSSA LOJA NO RECREIODIAS: 27 a 29/03 e 01 a 05/04/2019, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00hE MÓVEIS NOS OUTROS ENDEREÇOS, COM DATAS AGENDADAS, com agendamento prévio de 48h de antecedência - Agendamento via email: (lesliedinizleiloes@gmail.com), e pelos Tels.: (21) 3442-0548 e Whatsapp: (11) 97501-3655. REPETIMOS!!! SOLICITAMOS AGENDAR PREVIAMENTE A RETIRADA, COM 48H DE ANTECEDÊNCIA!!! A retirada deverá ocorrer IMPRETERIVELMENTE NAS DATAS ASSINALADAS! Findo o prazo estabelecido, a peça irá para um depósito particular e estará disponível para retirada, com agendamento prévio, durante trinta (30) dias, sendo cobrada uma taxa de R$ 100,00 mensais por caixa e, em caso de móvel, R$ 150,00, mais o valor do transporte de locomoção. Findo o praxo e não havendo retirada, as peças serão novamente colocadas em leilão, para ressarcimento de despesas de armazenamento e transporte. ATENÇÃO AO PRAZO PARA NÃO SOFRER O BLOQUEIO DO SEU CADASTRO!!! Não adianta ir à exposição ou retirada de peças sem agendamento ou fora dos horários indicados, pois o local estará fechado e não terá ninguém para atender. Findo o prazo e não havendo retirada, as peças, pagas ou não, serão novamente colocadas em leilão, para ressarcimento de despesas de armazenamento e transporte.


    15ª. A entrega das mercadorias arrematadas no local da Exposição, será efetuada mediante comprovação de pagamento. Para os arrematantes que não puderem recolher os lotes no local, colocamos, por CORTESIA, o serviço de envio por empresa que o arrematante indicar, com prévio depósito do valor arrematado e dentro dos dias e horários estipulados. Quando enviado pelo Correio, fica ciente o arrematante que toda remessa é de total responsabilidade do arrematante, sendo cobrada taxa de R$ 15,00 referente a custos de embalagem e transporte aos correios. As coletas dos correios ocorrem uma vez por semana, normalmente às 6as. feiras, sendo obedecida a ordem de pagamentos efetuados e a quantidade de volumes a serem despachados. A Leiloeira ou organizador do Leilão estão desobrigados de quaisquer responsabilidades quanto às retiradas de mercadorias, seja retirada pelo comprador ou seu representante, correios ou transportadora. A empresa não se responsabiliza, também, por avarias ocorridas quando do transporte pelos Correios, sendo de total responsabilidade dos compradores, caso ocorram quebras ou extravios. A empresa não faz embalagem de móveis; caso necessário, será cobrada taxa de embalagem. TODAS AS ENCOMENDAS SERÃO ENVIADAS SEM SEGURO!!! SOMENTE ENVIAREMOS COM SEGURO QUANDO SOLICITADO PELO CLIENTE!!!

    16ª. O descumprimento destas condições pelo arrematante resultará na impossibilidade do mesmo alegar qualquer fim de direito, ficando eleito o foro do estado do Rio de Janeiro para qualquer incidente alusivo ao pregão.

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